Quem somos na prática
Assumimos que já sobrestimou números e subestimou histórias; a nossa missão é tornar visíveis as narrativas que orientam escolhas económicas e desenhar decisões mais claras e responsáveis.
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Foco humano Partimos das histórias que as pessoas contam sobre risco e valor para mapear padrões de decisão em contextos económicos reais.
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Base científica Integramos economia comportamental, psicologia cognitiva e análise de discurso em projetos aplicados a políticas e produtos.
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Contexto local Trabalhamos com dados e testemunhos recolhidos em Portugal, respeitando enquadramentos culturais e regulatórios.
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Aplicação prática Transformamos narrativas em recomendações operacionais para equipas que desenham processos, mensagens e interfaces.
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Ética Questionamos efeitos colaterais de cada intervenção, com atenção à autonomia, transparência e responsabilidade.
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Colaboração Co-criamos soluções com equipas internas, validando hipóteses em ciclos curtos de teste e revisão.
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Clareza Traduzimos modelos complexos em mapas visuais simples, que facilitam alinhamento entre áreas técnicas e de negócio.
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Aprendizagem Tratamos cada projeto como laboratório contínuo, revendo narrativas quando o contexto económico se altera.
Valores que orientam o nosso trabalho
Sabemos que já confiou em mensagens bem escritas que, mais tarde, revelaram omissões importantes. Os valores da nossa equipa respondem diretamente a essa experiência. Regressamos, em espiral, às mesmas questões centrais: que evidência sustenta esta frase, que efeitos laterais pode ter, que responsabilidades explicita ou oculta. A partir daí, definimos princípios de rigor, ética, colaboração, responsabilidade, aprendizagem, proteção e conformidade que orientam cada projeto, em vez de depender apenas de intenções genéricas.
Método documentado
Limites claros
Sempre que propomos ajustes em mensagens ou fluxos de decisão, indicamos que tipo de evidência suporta a mudança e o que permanece em aberto. Esta transparência evita que resultados preliminares sejam tratados como verdades definitivas. Reforçamos que resultados podem variar e dependem de fatores fora do controlo direto de qualquer equipa.
Respeito contínuo
Cuidado ativo
Cada projeto inclui uma análise de possíveis efeitos colaterais das mudanças propostas, especialmente em públicos mais vulneráveis. Se identificamos risco de aumentar confusão ou pressão indevida, ajustamos a intervenção. Mantemos a frase resultados podem variar como lembrete de que nenhuma narrativa controla a realidade.
Escuta sistemática
Decisão partilhada
Avisos responsáveis
Quando tratamos de temas financeiros ou de saúde, incluímos avisos específicos como resultados podem variar e passado não garante desempenho futuro, sempre que aplicável. Estes avisos não são meros formulários; fazem parte de uma ética de comunicação que reconhece incerteza e responsabilidade partilhada.
Contexto explícito
Medição cautelosa
Revisão contínua
Quando resultados não correspondem às expectativas iniciais, voltamos ao terreno e recolhemos novos relatos. Em vez de procurar justificar a intervenção, procuramos compreender o que mudou no contexto ou nas histórias em circulação. Esta revisão contínua faz parte do método e não é tratada como falha isolada.
Proteção ativa
Privacidade cuidada
Atualização constante
Prudência deliberada
Quando surgem áreas cinzentas, trabalhamos em conjunto com equipas jurídicas das organizações para encontrar formulações prudentes. Preferimos perder alguma força retórica a correr o risco de criar expectativas irreais ou de induzir decisões pouco informadas por parte das pessoas envolvidas.
Como evoluiu a nossa prática narrativa
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OrigemRaízes em investigação sobre narrativas económicas A prática nasce em ambiente académico, em projetos que analisavam como cidadãos descreviam risco e responsabilidade em decisões económicas do dia a dia. Desde o início, a equipa percebeu que os modelos teóricos explicavam apenas parte do comportamento observado. As entrevistas revelavam narrativas ricas, muitas vezes em tensão com os incentivos formais e com a comunicação institucional existente.#6
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TransiçãoPrimeiros projetos aplicados com equipas internas Com a aproximação a organizações em Portugal, a equipa começou a traduzir resultados de investigação em diagnósticos operacionais. Pequenos projetos piloto mostraram que rever formulários, avisos e mensagens com base em narrativas reais podia reduzir mal-entendidos recorrentes. Essa fase marcou a passagem de uma atuação centrada em publicações para uma atuação focada em decisões concretas.#5
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ExpansãoCriação do núcleo focado em escolhas económicas A experiência acumulada levou à formalização de um núcleo dedicado a decisões económicas narrativas. A equipa passou a trabalhar em colaboração com áreas jurídicas, de risco e de produto, garantindo que cada proposta respeitava enquadramentos regulatórios. Surgiu um método próprio, baseado em ciclos curtos de escuta, prototipagem e revisão conjunta com as equipas envolvidas.#4
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IntegraçãoIntegração entre dados e narrativas observadas Com o aumento de projetos, tornou-se evidente a necessidade de integrar análise quantitativa e qualitativa. Foram desenvolvidos modelos simples de segmentação narrativa, que ajudam a ligar métricas de uso a padrões de discurso. Esta fase consolidou a prática como ponte entre dados, relatos de utilizadores e decisões estratégicas sobre comunicação e processos.#3
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MaturidadeParticipação antecipada em desenho de decisões A partir de 2023, a equipa passou a ser chamada em momentos mais precoces de desenho de políticas e produtos. Isso permitiu incorporar desde cedo questões sobre como as pessoas interpretam risco, valor e responsabilidade. O foco deslocou-se de correções tardias de mensagens para a construção conjunta de arquiteturas de escolha mais claras, documentadas e consistentes.#2
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AtualAjuste contínuo às narrativas e ao contexto regulatório Em 2026, a prática consolida-se como espaço de referência para organizações que desejam alinhar decisões económicas com narrativas reais, sem promessas excessivas. O trabalho continua a ser revisto à luz de novos dados, mudanças regulatórias e testemunhos recolhidos em projetos recentes, mantendo uma postura crítica sobre o que se pode ou não afirmar em contextos sensíveis.#1
Equipa que cruza economia comportamental, narrativa e prática organizacional
Marta Carvalho especialista em economia comportamental aplicada
Consultora principal
João Ferreira coordenador de projetos narrativos complexos
Gestor de projetos
Ana Sousa analista qualitativa focada em decisões económicas
Analista de investigação
Rui Almeida investigador de experiência em decisões digitais
Especialista em experiência
Patrícia Gomes responsável por enquadramento regulatório
Gestora de compliance
Tiago Marques analista de dados com foco em contexto narrativo
Analista de dados
Inês Faria responsável pela síntese e comunicação técnica
Coordenadora de comunicação
Carlos Pinto ligação entre estratégia e prática diária
Responsável de estratégia
Equipa alargada de parceiros em investigação aplicada
Colaboradores externos
Rede de profissionais focados em decisões económicas
Parceiros de projeto
Uma visão ancorada em histórias e limites reais
Partimos da suposição de que já confiou em dashboards impecáveis que, na prática, não mudaram decisões. Regressamos sempre à mesma pergunta, em espiral: que histórias sobre risco, valor e responsabilidade estão em jogo aqui. Ao revisitar esta pergunta com dados qualitativos, depoimentos e observação de contexto, ajudamos equipas a redesenhar mensagens, passos e opções para que cada decisão económica seja mais compreensível, documentada e compatível com os limites regulatórios em vigor.
Reconhecemos que todos, incluindo a nossa equipa, já confiaram demasiado em números isolados e demasiado pouco nas histórias que as pessoas contam sobre risco, valor e responsabilidade. A nossa visão nasce dessa constatação repetida em projetos diferentes. Ao regressarmos às mesmas decisões sob ângulos narrativos sucessivos, ajudamos equipas a clarificar escolhas, explicitar custos e reconhecer limites, sem promessas de ganhos futuros que ninguém controla por completo.
A nossa equipa sempre acreditou que os clientes decidiam com base em taxas e prazos. Com a análise narrativa, percebemos que o vocabulário de responsabilidade pesava mais do que qualquer simulação numérica. Rever textos, avisos e sequências de decisão com esse foco ajudou a reduzir dúvidas recorrentes, sem criar falsas expectativas sobre resultados ou desempenho futuro.
Tínhamos materiais extensos, tecnicamente corretos, mas pouco utilizados. O trabalho com narrativas mostrou que as pessoas interpretavam certas expressões como ameaças ou julgamentos. Ajustar a forma como descrevemos risco, escolha e apoio institucional tornou a adesão mais alinhada com o objetivo inicial, respeitando limites regulatórios e sem recorrer a promessas de ganhos.
Ao observarmos gravações de interação, vimos que o bloqueio não vinha da interface em si, mas das histórias que as pessoas traziam sobre erro e culpa. As sessões com a equipa da Mavistoreni ajudaram a reformular mensagens críticas, clarificando consequências e responsabilidades. O resultado foi uma jornada mais transparente, sem linguagem agressiva nem incentivos duvidosos.
Muitos projetos chegam até nós com modelos quantitativos robustos, mas com baixa adesão prática. O ponto de partida é quase sempre o mesmo: subestimou-se o poder das histórias que circulam entre clientes, colaboradores e decisores. O nosso trabalho é tornar essas narrativas visíveis, testá-las com rigor e, quando necessário, reescrevê-las em colaboração com as equipas.
Não tratamos depoimentos como meros exemplos ilustrativos. Cada frase é um dado sobre como as pessoas organizam causalidade, culpa e mérito nas suas decisões económicas. Ao revisitarmos as mesmas histórias sob diferentes perguntas, identificamos padrões que ajudam equipas técnicas a ajustar mensagens, sem prometer efeitos que dependem de fatores externos ou futuros incertos.
Em contextos regulados, qualquer frase tem peso. A nossa função é garantir que a clareza narrativa convive com o rigor legal. Trabalhamos lado a lado com equipas de compliance para evitar termos proibidos, evitar garantias implícitas e, ao mesmo tempo, manter uma comunicação que ajude as pessoas a compreender melhor opções, custos e responsabilidades partilhadas.